“e eu rezo uma oração… hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça… Catarina, possas tu não encontrar sossego enquanto eu tiver vida! dizer que te matei, persegue-me então! a vítima persegue seus matadores, creio eu. sei que fanstamas têm vagado pela terra. fica sempre comigo… encarna-te em qualquer forma… torna-me louco! só não quero que me deixes neste abismo, onde não te posso encontrar! oh Deus! é inexprimível! não posso viver sem a minha vida! não posso viver sem a minha alma!”
Emily Bronte, em O morro dos ventos uivantes