“gostaria de reter-te até que ambos morressemos! que me importaria o que sofresses? não dou importância a teus sofrimentos. e por que não sofrerias? eu sofro! esquecer-me-às? serás feliz quando eu estiver debaixo da terra? poderás dizer, daqui a vinte anos: ´este túmulo é de Catarina Earnshaw. amei-a faz muito tempo, e fui bem infeliz quando a perdi. mas já passou. amei muitas outras depois disso. meus filhos me são mais caros do que ela e, quando eu morrer, não me alegrarei por ter de ir ao seu encontro. ficarei triste por ter de abandoná-los!´ não é isto que haverás de dizer, Heatchcliff?”
Emily Bronte, em O morro dos ventos uivantes