essa sou eu, que na verdade é você e todos os outros de uma vez só. sinto que carrego em mim várias interpretações de mim mesma, por isso a sensação do abrir das cortinas em um grande teatro vive a me perseguir. foi dentro dessa variedade que percebi parte de mim perdida em algum lugar. fui descobrir que estava em terras africanas, naquele lugar de terra vermelha e um pôr-do-sol que de tantas cores me impossibilita escolher uma só. por isso estou aqui. pra abrir a minha janela dentro da sua casa e assim poder multiplicar as mãos que se unem as outras…
Olá Linda!
Tudo Bem?
Hoje estou de licença, pois fui submetido a uma sirurgia no joelho e estou me recuperando.
No mais tudo bem, somente o coração que ainda não consegui ocupa-lo.
Saudades!!!
Beijão
Ge
titio querido,
o coração não se ocupa… e quando você entender isso vai perceber o quanto ele sempre esteve cheio…
saudades também. o tempo está passando. me espere lá na varanda pra que quando eu chegar nós possamos dançar mais que a noite.
Boa tarde!
Prezada Débora,
Passei só p dizei um oi.
Angola realmente mexe com a gente. As emoções se confundem, e nos perguntamos como um país tão rico, com tantas riquezas minerais, chegaram a esse ponto. Mas a luz no fim do túnel começa a brilhar. A cada dia, tudo ai se ronova. É um grande recemeço.
Entre uma viagem e outra não deixe de conhecer Kuito, província de Bié, fica sentido a Huambo. Lá a cidade foi duramente castigada pela guerra. Aonde ficamos baseados na época da missão da Onu, era uma antiga refinaria de petróleo, em meios aos poços cercados por para peitos de concreto o petróleo ainda borbulhava da terra como uma mina d’agua, fiquei impressionado pois nunca tinha visto petróleo em sua matéria original antes. Para vermos como a natureza é resistente a incosequência do Homem.
Um grande abraço.
Fique com Deus.
Sinto tanto sua falta..
Chego a pensar que sou tão você, que não consigo ser eu.. sem vc!
Heuler, aqui há luz demais, vindo de vários cantos… de vários olhos…
e passarinha,
eu bem te falei uma vez: nós somos almas-gêmeas.
Oi Débora, tudo bem?
Lembra de mim, DI´s do CICD, Bira
Finalmente deixamos Cabinda, depois de 4 meses de muita frustração… foi também muito difícil conseguirmos outro projeto e sairmos de lá. Mas deu certo, e essa troca está fazendo a viagem realmente valer a pena (o que não ocorreria se ficássemos lá…)
Conversando com o pessoal por lá, me parece que também não foi muito fácil para você, não é verdade?
Se soubesse que as coisas lá não mudam nunca, teria forçado a barra e saído de lá antes…
Mas é isso… lembrei de você agora nesta troca de projeto.
Abraços,
Bira.
Olá Bira, como vai?
Eu vou bem, recomeçando, continuando, com uma nova cara, com os mesmos sentimentos.
Bem… a verdade é que Cabinda foi um sonho pra mim, um sonho aberto, com muitas possibilidade. Eu tive muita liberdade para agir e para sentir. Qual foi a sua dificuldade por lá? Quero conversar com você!
Abraços,
Débora Cecília